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Pólis

  • Foto do escritor: Guilherme Arantes
    Guilherme Arantes
  • 11 de jun.
  • 1 min de leitura

O coletivo é intrinsecamente uma mentira.

A Vida é o Teatro da Pólis.

Vox Populi é tudo, menos Vox Dei.

Há exceções, mas nunca são a regra.

Quando uma pessoa, que um dia foi equilibrada e naturalmente demonstra ter carisma... se torna liderança, se introjeta como "ente coletivo", se transforma quase sempre num monstro, um sociopata.

É por isso que as "figuras públicas" têm uma tendência a se transfigurarem numa "coisa horrorosa". ( isso se manifesta até mesmo no aspecto físico, no gestual, na sua artificialidade )

Porque o coletivo não é são, nem muito menos é santo.

A pessoa humana, quando se dissolve num "ente coletivo", numa "persona pública", quase que via de regra incorpora as características monstruosas da psique coletiva.

Porque se "acredita como tal".

Paremos com o olhar clínico, para reparar :

o "ente coletivo" quase sempre é, frágil, fútil, volúvel, egóico, vulgar .

Isso quando não se torna patológico, pernicioso , até mesmo criminoso.

Eis as Lideranças, eis os Idolos...

...e como a Humanidade se entrega a eles !

 
 
 

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