Realidade e Auto-Fantasia
- Guilherme Arantes
- 11 de jun.
- 1 min de leitura
É muito comum a gente atribuir a nós mesmos e à nossa produção em vida uma relevancia fantasiosa, se achando mais importante para o mundo do que a gente realmente é.
é normal a gente reivindicar a nossa participação na realidade.
só que esse "resultado" não depende só de nós.
depende de milhões de circunstancias, e principalmente das discordâncias alheias.
para não sofrer, e para ser justo, feliz, a gente precisa primeiro olhar as prioridades do mundo com simplicidade, de forma objetiva e sem "parti pris".
Desculpem a pedância do galicismo...
o mundo também pode ser um pouquinho fruto do que nós pensamos, mas nunca será na forma e no conteúdo exato e restrito do que nós concebemos.
A dosagem dessa fórmula é uma arte à parte .
Isso é aprender a viver
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